terça-feira, 26 de junho de 2012

Londres, os parques e as flores....



Passar uns dias em Londres também é sinónimo de visitar os belíssimos parques espalhados pela cidade. Todos merecem uma visita demorada e qualquer um deles é uma boa opção para se ter uma visão diferente da capital inglesa, em contacto com a natureza e longe de todo o bulício da cidade. 

Nós demos um passeio pelo St. James Park, que está perto do Palácio de Buckingham. É um parque  pequeno mas muito bonito.

Visitamos também o Hyde Park, que é o maior de todos e conhecido pelo seu lago artificial, The Serpentine, que tem a forma de uma serpente. E queríamos  também desfrutar da beleza do Regent's Park, onde se encontra o Jardim Zoológico, mas nesse momento caiu uma grande chuvada e acábamos por não o visitar. Ficará para uma próxima visita, claro!

Seguem-se algumas fotos muito floridas do mês de Abril em Londres!















"Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a Primavera."



terça-feira, 12 de junho de 2012

Cabo verde

Ilha do sal - ilha da morabeza




É uma das menores ilhas habitadas, com 30 km de comprimento e 12 km de largura, no sentido leste-oeste e distante cerca de 50 km em linha reta da Boavista. O concelho do Sal é constituído apenas por uma freguesia: Nossa Senhora das Dores.

A cidade dos Espargos é a capital e a sua cidade com mais habitantes. Santa Maria, ao sul, é o centro turístico e o segundo maior centro populacional da ilha, dispondo de uma boa estrutura hoteleira, que se encontra na linha da praia.

Para além do português, língua oficial, o crioulo cabo-verdiano é usado no dia-a-dia pela maioria da população do Sal e, por isso é fácil a comunicação com este povo.

Partimos para férias na Páscoa de 2010 e o objetivo desta viagem era desfrutar do sol e da praia, para além de procurarmos uma nova cultura e algum contato com o povo africano. O povo cabo verdiano é sem dúvida alguma muito simpático, humilde e sempre com um sorriso nos lábios, tal como uma disponibilidade imediata para ajudar os visitantes.  É por isso que a ilha do Sal é a ilha da morabeza, ou seja, com a arte de saber receber.




Por lá demos grandes passeios à meia-mar e não só... Decidimos escolher um dos grandes, se não o melhor resort da ilha (hotel Riu) não porque privilegiamos este tipo de turismo, mas porque achávamos inicialmente que nos íamos aborrecer com a falta de que fazer na ilha e, sendo assim, teríamos  pelo menos animação à noite. De facto, a ilha não tem muito que ver, ou melhor, depressa a conseguimos explorar, mas umas férias fora do pacote turístico também seriam muito apelativas neste destino. 

Percorremos o caminho da praia que vai desde o hotel até ao centro da vila de Santa Maria. Anda-se um bocadinho mas vale a pena fazer esse percurso entre caminhadas e banhos e, deslumbrarmo-nos com praias desertas de  areias brancas e um mar de águas quentes e esverdeadas com temperaturas a rondar os 25 graus.

Ao chegarmos ao pontão, local de passagem obrigatória para quem visita o Sal vamos encontrar uma animada azáfama de pescadores que chegam com o peixe fresquinho a meio da manhã. Imperdível este programa! É engraçado ver desde pescadores, a mulheres da ilha que amanham o peixe a crianças de sorrisos abertos pela simplicidade que é a vida.


Algumas imagens no pontão...













igreja de Santa Maria

A gastronomia cabo-verdiana está profundamente enraizada na tradição deste povo, sendo o prato de referência a cachupa que achei deliciosa. A base culinária é o milho combinado com o feijão, a batata doce, a mandioca, os peixes e carnes. A doçaria também é variada e as bebidas cabo verdianas são bem representadas pelos grogues, licores e refrescos.
Segue-se a foto de uma lagosta grelhada que comemos num dos restaurantes no centro da vila.





animação de rua

animação de rua



Visitámos as salinas de Pedra Lume situadas na cratera de um antigo vulcão. O acesso é feito a pé e quando descemos encontramos uma paisagem ímpar e a cor do solo coberto de sal varia entre o branco e o rosa Aí, pode-se  apreciar um espécie de lago, onde é quase obrigatório os turistas banharem-se, pois devido ao grau de salinidade da água, 14 vezes superior à do mar, os corpos ficam sempre a boiar, impedindo assim que as pessoas se afundem. 
Um verdadeiro spa ao ar livre!


Salinas

salinas

Santa Maria



É muito comum os passeios todo-o-terreno na ilha e, claro, nós não podíamos deixar de o fazer. É uma boa oportunidade para conhecer um pouco mais a ilha, as suas paisagem e ainda os lugarejos e as gentes por onde vamos passando. A maior parte das vezes vislumbramos paisagem lunáticas, pois não se encontra qualquer tipo de vegetação na ilha. Encontramos sim, terra escura, seca e com muitas pedras. Escusado será dizer que comemos muito pó durante o passeio e por isso é aconselhável levar um lenço para tapar a cara. Durante o percurso fomos fazendo algumas paragens e assim aproveitámos para nos refrescarmos e tirar algum pó na baía da Murdeira. 




As praias da Ilha são o paraíso com que sonham todos aqueles que gostam das actividades no mar, desde tomar banho, à pratica do mergulho, passando por voar com bons ventos, seja fazendo kitesurf ou windsurf, sobretudo em Santa Maria, uma pequena povoação com muita tradição desportista.





Na música, há diversos géneros musicais próprios do povo cabo verdiano, dos quais se destacam a morna o funaná, a coladeira e o batuque. Cesária Évora, cantora cabo-verdiana, conseguiu levar ao mundo a música de Cabo Verde, apelidada como a "diva dos pés descalços" pois gostava  de se apresentar no palco assim. 



Sodade......

sexta-feira, 8 de junho de 2012

México


Riviera Maya


Resolvemos visitar o México em 2009, após se ter instalado a tão famosa gripe das aves, o que significou uma descida astronômica dos preços das viagens para o México pois, segundo se falou, a origem estava precisamente no México. Contudo, ignoramos e partimos para umas maravilhosas férias de praia, sol e calor com muitas atrações turísticas e culturais.

 povo maia constitui um conjunto diverso de povos nativos americanos do sul do México e da América central. Considerei o povo muito simpático e de características homogêneas quanto à sua estatura; são muito baixinhos e, eu por ser alta notei este facto várias vezes. Tenho imensas fotos com pessoas em vários locais e alguns chegavam a dar-me pelo ombro. 

Ficamos instalados num resort maravilhoso, como os demais que existem na costa mexicana. Escolhemos o Catalonia Playa Maroma que está na Playa de Punta Maroma. Oferece uma excelente relação qualidade preço, tem um ambiente calmo, e todas as coisas estão perto umas das outras. 

Tivemos direito a um espaçoso quarto com vista para o mar e muito próximo da zona da piscina. O staff do hotel foi sempre atencioso e simpático. Tenho de referir que adorei o resort só pelo simples facto de não haver uma massa de americanos que normalmente fazem uma algazarra em todos os espaços. Mas este hotel não se coaduna com esse espírito. Desde a linha da praia até à zona do lobby há um enorme corredor, cheio de vegetação onde passa uma suave música lounge e, usando não só o sentido da audição, podemos observar alguns animais em  estado selvagem, mas bastante sociáveis, como coatis e iguanas, que por vezes aparecem nos corredores para nos visitarem ou simplesmente para beberem água nalguns bebedouros que existem especialmente para eles.

A praia é deslumbrante, de areia branca e, a água do mar de um azul turquesa irresistível com uns convidativos 30 graus. Podemos ser brindados com  uma margarita enquanto estamos nas espreguiçadeiras. Muito bom!

A cultura mexicana é uma mescla de tradições indigenas e muitas zonas estão povoadas por sociedades desenvolvidas como maias, astecas e toldecas, descendentes de espanhóis e mestiços.

Assim, a civilização maya deixou um enorme legado cultural, desenvolvendo uma arquitetura característica, e talhado em jóias e cerâmica assim como a construção de uma linguagem escrita avançada e um assombroso conhecimento de matemática e astronomia, mais adiantados que os da civilização europeia nos mesmos períodos.

Fomos conhecer uma das sete maravilhas do mundo: Chichen Itzá. Até chegarmos fizemos muitos kilómetros no meio de grandes florestas. Esta zona arqueológica fica situada na península de Yucatán. A sua arquitetura denota influência toldeca, civilização anterior aos maias. O "castelo" foi erguido em harmonia com o calendário Maia. São 91 degraus em cada um dos quatro lados, o que totaliza, portanto, 364 degraus. Atualmente, por preservação não se podem subir.

No caminho fizemos também uma paragem na cidade de Valladolid.  É uma cidade com estilo colonial que faz parte do estado de Yucatán e  que traduz bem a história e a cultura mexicana.



Os edifícios ao redor da plaza principal também espelham a era colonial, pintados com cores pastel.  No centro da cidade encontramos a catedral colonial, o convento San Bernardino e o Parque Central de Cantón Francisco Rosado.


A Plaza central é um lugar único com muitas mulheres vestidas com o traje tipico maia,  sentadas no lado oposto à Catedral a vender artesanato que incluem bordados à mão, vestidos, lenços, redes e muito mais. 

Tulum é o terceiro sítio arqueológico do México mais visitado. Fica encostado ao mar e depois de visitarmos as ruínas podemos descer atá à praia para nos refrescarmos, porque aqui parece que o mar ainda é mais vibrante.

Estávamos próximos da praia Del Carmem, que também merece uma visita. Há também uma grande oferta hoteleira, mas notei que aqui estavam hospedados em maioria turistas nacionais. Há um grande centro de comércio e artesanato mexicano. Existem também muitos restaurantes.

Existem vários parques temáticos na Riviera Maya e nós elegemos o de Xel-Ha para passar um dia. Trata-se de um parque com várias ofertas de diversão e para todas as idades. Temos a oportunidade de participar em diferentes aventuras estando  sempre em contato com natureza. Fizemos snorkeling  e vimos uma fauna muito colorida de vários peixes lindos. O parque tem também vários restaurantes que já se encontram incluídos no preço de entrada.

Para concluir, adoramos estas férias ao som dos mariachis e de uns belos tacos mexicanos! 






resort à noite


resort



praia do resort


praia do resort


artesanato mexicano


Chichen Itzá


Chichen Itzá


                                                                           Chichen Itzá


praia do resort


traje mexicano


Valladolid


catedral de Valladolid


  plaza central de Valladolid
                                                                           



Tulum


jogo tradicional mexicano


Xel-Ha


praia em frente ao hotel


praia do resort


Xel-Ha


Xel-Ha


praia do resort


varada no resort


Chichen Itzá




iguana


pavão num jardim de um hotel


coati



iguana ao sol